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 o céu voltou ao útero da noite que a gestou para fechar seus olhos e chorar seu fado. no escuro mergulhou a cidade e derramou forte sua melancólica canção entrecortada por soluços trovejantes.

a manhã fez-se menina, encolheu suas pernas de radiante bailarina, abraçou-as e nelas apoiou sua cabeça nublada de tristeza.

de nada vale reclamar do tempo. o melhor é fazer como os passarinhos que silenciosos se recolhem como se velassem o choro da menina manhã.